Perfil pesqueiro e socioeconômico dos pescadores esportivos do Pontal das Galhetas, Praia das Astúrias - Guarujá (SP). Jéssica Maria Tsuruda, Rafael Barbosa do Nascimento, Walter Barrella, Milena Ramires, Matheus Marcos Rotundo

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Resumo

Este estudo teve como foco a dinâmica da pesca esportiva na Ponta das Galhetas, localizada na praia das Astúrias, Guarujá (SP). Os dados foram obtidos por meio de entrevistas semiestruturadas, com roteiro, com questões abertas e fechadas, sobre o perfil socioeconômico dos entrevistados e a pesca. Foram realizadas 55 entrevistas entre junho e outubro de 2012. O pescador esportivo local é do sexo masculino, com média de idade de 47 anos (±16,03 anos), ensino médio completo e renda familiar entre 4 e 6 salários mínimos. Os pescadores que residem na região correspondem a 65% dos entrevistados e o restante (35%) reside em cidades fora da Baixada Santista. Apenas 29% dos entrevistados possuem licença para pesca esportiva. As espécies mais procuradas são a pescada (Cynoscion spp.), o robalo (Centropomus spp.), o peixe-espada (Trichiurus lepturus), o sargo (Anisotremus surinamensis), o parati (Mugil curema), o pampo (Trachinotus carolinus), a corvina (Micropogonias furnieri), a garoupa (Epinephelus marginatus), o peixe-galo (Selene vomer, S. setapinnis) e a betara (Menticirrhus americanus). Os entrevistados praticam a pesca esportiva há 23 anos em média (±17,29 anos) e o tempo gasto em cada pescaria é distribuído entre 2 e 12 horas. São capturados em média quatro peixes por pescaria (±3,9 peixes). Todos os entrevistados praticam a pesca com vara e molinete ou carretilhas de arremesso de isca. No local são utilizadas três técnicas, com variações nos tipos e quantidades de materiais: linha de fundo, boinha e pesca de peixe-espada, sendo a linha de fundo a preferida pela maioria.

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