AVALIAÇÃO DO USO TERAPÊUTICO DE CANABIDIOL PARA REDUÇÃO DOS SINTOMAS DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA Larissa Cunha Rebouças, Melissa de Andrade Silva, Naiara Hilger da Silva, Vitor Alvarez da Silva Figueira, José Eduardo Pandini Cardoso Filho

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Resumo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio interrompido por diferenças comportamentais na interação social e comunicação, sem contar os interesses restritivos e repetitivos. Seu tratamento não é restrito a apenas um medicamento específico para redução dos sintomas, mas sim a uma abordagem multidisciplinar que vai intervir no âmbito da educação e comportamento e das classes diferentes de fármacos. Entretanto, tem sido investigado um novo meio para obter melhores resultados sobre essa diminuição dos sintomas que consistem no uso terapêutico do canabidiol (CBD). O objetivo do presente estudo é avaliar o uso terapêutico do CBD para reduzir os sintomas do TEA. Foi realizada uma revisão bibliográfica com levantamento de informações nas seguintes bases de dados: Scientific Library Science (Scielo), Google Acadêmico, PubMed e sites governamentais, esses artigos foram publicados nos últimos 9 anos, utilizando como descritores Cannabis , canabidiol, CBD e Transtorno do Espectro Autista/autismo. Buscando-se, com esta pesquisa, apontamos vantagem sobre o uso do CBD como um possível redutor dos sintomas ao atuar no sistema endocanabinoide sobre os receptores CB 1 e CB 2 , inibindo a liberação dos neurotransmissores clássicos e facilitando a hiperexcitabilidade neural dos indivíduos com TEA que geralmente é bem alto. Este estudo visa contribuir e fornecer subsídios para novas pesquisas, possibilitando que novas estratégias terapêuticas atuem na melhoria da qualidade de vida do paciente portador de TEA. Nele, observamos que o uso do CBD apresentou melhorias nos surtos comportamentais, nos problemas de comunicação, na ansiedade e no estresse, além de apresentar ação antiepiléptica em casos mais severos. Desta forma, o uso de CBD tem sido mostrado de forma eficaz na redução dos sintomas dos pacientes, bem como na melhoria da qualidade de vida de familiares e indivíduos ao seu redor. No entanto, novos estudos clínicos aprofundados no mecanismo de ação do CBD sobre o TEA se fazem necessários.

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