DROGAS ANOREXÍGENAS E ECOTOXICOLOGIA: IMPACTOS AMBIENTAIS NO TRATAMENTO DA OBESIDADE

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Kaiê de Souza Farias
Luciana Lopes Guimarães

Resumo

A obesidade, uma Doença Crônica Não-Transmissível, tem aumentado significativamente no Brasil, sendo tratada com medicamentos como sibutramina e femproporex. Esses medicamentos, além de reduzir o apetite, podem estimular o sistema cardiovascular e, quando descartados inadequadamente, poluem o meio ambiente e ameaçam a saúde pública. Cabe destacar a excreção destes fármacos (urina e fezes) como meio adicional de entrada destes compostos no ambiente. O presente estudo investiga os efeitos ambientais de 10 anorexígenos, avaliando sua toxicidade em três níveis tróficos: algas, crustáceos e peixes, através de análises preditivas usando o software ECOSAR v1.11. Os resultados obtidos mostraram que os 10 anorexígenos são tóxicos para organismos aquáticos, exigindo controle das águas residuais.


 


Palavras-chave: Fármacos no ambiente, obesidade, ECOSAR, anorexígenos, fármacos antiobesidade.

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Seção

Artigos Ciências Biológicas e Ciências da Saúde