Análise Florística e Fitossociológica da Regeneração Natural no Parque Zoobotânico, Orquidário de Santos, SP Lucas G. Oliveira, Letícia Golz, Steffani Melo

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Resumo

Uma das maneiras de avaliar os impactos sobre a vegetação causados pelo homem é estudar os componentes da floresta, principalmente o inferior, mais sensível a alterações ambientais. Com isso, o presente estudo objetivou conhecer a composição florística e a estrutura fitossociológica da regeneração natural, tanto a herbácea como a lenhosa, do Parque Zoobotânico Orquidário Municipal de Santos, o qual está inserido no domínio Mata Atlântica. Para o desenvolvimento do estudo, foram alocadas dez parcelas, em três canteiros, com espaçamento de 5 m entre elas. No levantamento da comunidade transiente, foi registrada a presença dos indivíduos com pelo menos 30 cm de altura até o limite máximo de DAP menor ou igual a 5 cm. Para o levantamento da comunidade residente, foi estimada a cobertura de cada espécie. Os dados foram analisados do ponto de vista florístico e fitossociológico. Ao total, foram amostradas 40 espécies, distribuídas em 23 famílias botânicas, das quais 2 não foram identificadas por completo. Desse total, 18 são de origem nativa, 5 nativa-não-regional e 17 de origem exótica. A família de maior riqueza foi Araceae, perfazendo dez espécies, todas exóticas. A comunidade residente apresentou 7 famílias, enquanto a transiente, por sua vez, apresentou 19. O resultado do Índice de Diversidade de Shannon-Weaver foi de 2,76. Quanto ao IVI, os resultados para arbustos, árvores e ervas, foram respectivamente 99,77, 44,41 e 155,81. As espécies Dracaena fragrans Curculigo capitulata, apresentaram os maiores valores de IVI, sendo respectivamente, 85,45 e 47,59%. Já na transiente, a Triplaris americana, apresentou o maior valor de IVI (11,10%). Os resultados deste estudo serão úteis no planejamento das ações de manejo da unidade.

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