Relação entre o índice de massa corporal e o sedentarismo segundo sexo e grupos de idade em pacientes selecionados em consultórios de cardiologia Jean Carlo Camilo, Francisco Roberto Martinez, Ana Karla Gaburri, Neyma Andria Ramos, Henrique Fortunato Dominguez Pita, José Eduardo Gregório Rodrigues, Hermes Toros Xavier

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Resumo

A obesidade tem se incrementado de forma muito substancial em todo mundo, o que leva a aumentos consideráveis no perfil metabólico de risco e na frequência dos fatores de risco (FR) para a doença cardiovascular (DCV), sobretudo destacamos neste artigo o sedentarismo. Nesse estudo, investigamos a distribuição do IMC e a sua associação com a frequência do sedentarismo, segundo o sexo e a idade, em uma amostra, de mundo-real, de pacientes selecionados em consultórios de cardiologia. Observa-se uma alta prevalência de sedentarismo, de 72%, e de sobrepeso e obesidade, medidos pelo IMC, em mais de 50% dos homens e em mais de 60% das mulheres, configurando um perfil de risco metabólico aumentado, em ambos os sexos. Observa-se no grupo dos homens sedentários e de meia-idade a maior prevalência de sobrepeso e obesidade e, de forma similar, no grupo das mulheres sedentárias de meia-idade e, também, acima dos 60 anos.

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