Cenário e perspectivas da área de Tecnologia da Informação no Ensino Superior no momento pós pandemia de Covid-19 Ana Carolina Caetano Senger, Luiz Antonio Ferraro Mathias, Alexandre Sobrino Ganança, Cláudio Ferreira de Carvalho, Helio Augusto de Lima Rangel, Luis Fernando Bueno Mauá, Maurício Neves Asenjo
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Resumo
O presente artigo científico versa sobre o perfil do acadêmico dos cursos na área de Tecnologia da Informação na atualidade, visando conhecer as características do corpo discente e, também, as perspectivas de emprego para o setor. A emergência da crise sanitária de Covid-19 e a subsequente implementação do isolamento social aceleraram consideravelmente os processos de transformação digital, colocando a tecnologia e a inteligência artificial (IA) no cerne das conversas sobre trabalho e educação. A cada dia que passa, novas tecnologias surgem e impactam profundamente nossa percepção do mundo, inclusive no contexto do estudo e do trabalho. As oportunidades nas áreas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) são vastas e variadas, abrangendo desde o desenvolvimento de softwares até a segurança da informação, inteligência artificial, análise de dados, computação em nuvem e muito mais. O estudo foi desenvolvido por meio de uma pesquisa descritiva, realizada com base nos dados divulgados pelo Instituto Semesp, no Mapa do Ensino Superior no Brasil (2023). A análise dos estudantes foi baseada no gênero; etnia; faixa etária; procedência; turno; renda familiar, trabalho e situação financeira; escolha do curso e da instituição de ensino superior. Os resultados da investigação permitiram observar que há uma ausência de diversidade no setor de Tecnologia da Informação: o predomínio das matrículas em cursos da área é de homens; a representatividade de alunos negros é muito baixa; e os cursos também atraem mais estudantes jovens, com até vinte e nove anos.