Mulheres e Homens em Cursos de Engenharia: uma breve análise do desempenho entre gêneros em sistemas vetoriais Nilene Janini de O. Seixas, Maria Eduarda Santos Pouza, Marcos Antonio Santos de Jesus
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Resumo
É vivenciado no dia de sala de aula de cursos de engenharia voltados para a área de ciências exatas que o número de alunos do gênero feminino é reduzido, quando comparado a quantidade de alunos do gênero masculino. Sabe-se que essa situação já é evidenciada há décadas ou até mesmo podemos remeter a origem das universidades no mundo. Há alguns séculos, na maioria das vezes a mulher se quer frequentava escolas superiores. Porém, na sociedade atual tudo mudou, especialmente no Brasil e em outros países onde a democracia é plena e estabelecida. As mulheres assim como os homens, tem o mesmo direito legal e incentivo de frequentar qualquer que seja a escola ou curso superior. O presente estudo foi desenvolvido com o objetivo principal de comparar a quantidade de alunos em sala de aula em relação ao gênero e o desempenho em Sistemas Vetoriais. O desempenho foi obtido através da nota final de cada um na disciplina. Na amostra utilizou-se 210 alunos, destes 155 (73,8%) do gênero masculino e 55 (26,2%) do gênero feminino. Todos alunos estavam regularmente matriculados na disciplina de Sistemas Vetoriais. Os dados foram coletados no decorrer dos anos 2023 e 2024, na Universidade Santa Cecília – UNISANTA, localizada na cidade de Santos – São Paulo. Não houve manipulação experimental e nem tratamento diferenciado para grupos de sujeitos. O estudo se propôs a apresentar fatores e analisar diferenças entre eles. Do ponto de vista cognitivo, aceitou os sujeitos exatamente como estavam. Seguiu-se um modelo quantitativo explicativo e não experimental, com análise quantitativa das variáveis. Estabeleceu-se (nível de significância). Em relação a quantidade de alunos, quando comparados os gêneros masculino e feminino, comprovou-se que houve diferença estatisticamente significativa, p<0,05. Embora a média de desempenho das mulheres em sistemas vetoriais tenha sido ligeiramente superior que a dos homens, quando comparou-se a diferença de média, constatou-se que a diferença não foi estatisticamente significativa (p>0,05).