Hedge – Efeitos da contratação de derivativos “swap” no balanço das empresas contratantes Luciana Cristina Boldino, Sergio Antonio Loureiro Escuder

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Resumo

A gestão do risco cambial, que pode ser definido como a possibilidade da volatilidade adversa de índices taxativos entre moedas durante um período de uma negociação (ex. entre a data da  cotação  e  a  data  da  liquidação)  e/  ou  a  possibilidade  de  uma  perda  ou  de  um  ganho resultante de uma variação nas taxas de câmbio entre moedas, é explicitamente sugerido a empresas que trabalham com divisas estrangeiras, seguindo a premissa de que é necessário a ciência de possíveis riscos para assumi-los de forma responsável, bem como se conscientizar sobre  a  vulnerabilidade  de  fatores  externos  que  tal  cenário  está  exposto,  para  um  bom planejamento   financeiro   com   a   finalidade   de   alcançar   a   minimização   dos   custos,   a maximização  dos  ganhos,  determinando  assim  a  margem  do  fluxo  de  caixa  que  estará vinculado à taxa cambial. Uma das formas de minimizar o risco cambial é explorar instrumentos de cobertura cambial. No  mercado  financeiro  são  oferecidas  ferramentas  como  forma  de  proteção,  ex.  Hedge, portanto  este  estudo  será  conduzido,  sendo  analisados  cenários  hipotéticos  aplicando-se indexadores realistas com a finalidade de se mensurar se o efeito obtido pela contratação / aplicação  deste  instrumento  ofertado  “hedge”  gera  valor  a  empresa  ou  se  este  funciona estritamente  como  forma  de  proteção  as  possíveis  oscilações  do  mercado  permitindo  a eficiência na gestão de riscos e financeira das empresas contratantes.

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