Avaliação dos Impactos Ambientais do Antirretroviral Zidovudina (AZT): Avaliação da Estrutura-Ecotoxicidade e Concentrações Ambientais Estimadas para o Município de Cubatão/SP Monike Silva de Freitas, Fabio Hermes Pusceddu, Luciana Lopes Guimarães

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Resumo

Os fármacos chegam ao meio ambiente a partir de descarte incorreto, ineficácia das estações de tratamento de esgotos, e pelos metabólitos gerados. Nos últimos tempos, a contaminação ambiental por fármacos tem despertado tamanho interesse nos cientistas, uma vez que não há muitos estudos na área, e este, pode ser um dos principais e maiores potenciais riscos para as espécies aquáticas, levando em consideração a fisiologia e metabolismo. Sendo assim, este trabalho tem como objetivo realizar estudos de estrutura-ecotoxicidade (ECOSAR) do antirretroviral Zidovudina (AZT), e estimar o as concentrações ambientais estimadas para o município de Cubatão/SP no período de julho/2017 a julho/2018. Os resultados revelaram as concentrações de 0,068 mg/L na área de descarga do efluente da ETE Casqueiro e 0,028 mg/L para a ETE Lagoa. Os estudos de ECOSAR revelaram valores de LC50 539,6 mg/L para o ensaio agudo (48h) e 8,8 mg/L para o ensaio crônico. Os resultados obtidos para a PEC do AZT no município de Cubatão indicam que este fármaco é possivelmente tóxico ao meio ambiente, considerando que os valores obtidos para a PEC estão acima do limite previsto no documento EMEA/CHMP/SWP/4447/00 da Agência Europeia de Medicamentos.

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