COMPARAÇÃO DO EFEITO DE DUAS CADEIRAS DE RODAS ESPORTIVAS NA VELOCIDADE DE PROPULSÃO E EFICIÊNCIA NEUROMUSCULAR DO MÚSCULO TRÍCEPS BRAQUIAL EM ATLETAS PRATICANTES DE BASQUETEBOL SOBRE RODAS Nathalia Hupsel Silva de Castro, Ciro Winckler, Império Lombardi, Walkiria de Moraes, Marcelo Ismael Abrahão, Maria Stella Peccin da Silva

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Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito de duas cadeiras de rodas esportivas diferentes sobre a eficiência neuromuscular do músculo tríceps braquial e a velocidade máxima de desprendimento. Para isso, foi realizado um estudo observacional transversal, no qual foram avaliados 26 atletas de basquete-hóquei entre atletas amadores e profissionais, nos quais foram divididos em dois grupos de acordo com sua classificação funcional. Cada atleta realizou a fase de impulsão, na qual a cadeira de rodas foi acoplada à célula de carga, cuja função era realizar um teste de contração voluntária máxima (CVM) e uma velocidade máxima de deslocamento de 20 metros com duas cadeiras de rodas esportivas diferentes, sendo estas, sua cadeira de rodas esportiva de uso individual e uma cadeira de rodas esportiva padronizada para sua classificação. Foram encontradas diferenças significativas entre as cadeiras de rodas para as variáveis: força muscular (p = 0,018), eficiência neuromuscular (p = 0,015) e velocidade máxima de deslocamento (p = 0,010). Houve diferenças significativas entre os grupos 1 e 2 para as variáveis ​​velocidade máxima e angulação inicial do cotovelo, com p < 0,05. Conclui-se que a cadeira de rodas interfere nas capacidades físicas do atleta, como velocidade máxima do atleta, força muscular e eficiência neuromuscular do tríceps braquial, e, portanto, a análise de um ergômetro padrão ajustado para as diferentes deficiências não possibilita que os atletas atinjam seu melhor desempenho físico.

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