AAS na doença coronária Hermes Toros Xavier, José Eduardo Gregório Rodrigues

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Resumo


Embora o benefício do AAS no infarto agudo do miocárdio (IAM) permaneça incontestável, uma série de evidências emergentes levou à incerteza quanto à primazia do AAS ao longo da vida de pacientes com DAC crônica. Em ensaios clínicos recentes, o uso do AAS foi descontinuado precocemente como um componente da terapia antiplaquetária dupla (DAPT) após intervenção coronária percutânea (ICP) e entre pacientes com DAC e fibrilação atrial (FA) que requerem o uso de anticoagulantes orais. Esses dados podem sugerir que sua eficácia também pode ter mudado na prevenção secundária de DAC, devido a terapias mais modernas e controles mais rigorosos.

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