VILA BELMIRO, MUITAS HISTÓRIAS PARA CONTAR SUAS MEMÓRIAS-arquitetônica e urbanística Marisa Rodrigues Pinho, Nelson Santos Dias

Conteúdo do artigo principal

Resumo

Este artigo tem como objetivo retratar o bairro centenário da Vila Belmiro, através de suas memórias arquitetônicas e urbanas e demonstrar que ao traçar a forma urbana, bem como intervenções arquitetônicas no espaço, são capazes de criar melhores condições de vida independente de outros fatores. As mudanças no espaço de vida e nos tipos de moradia trouxeram mudanças à antiga Vila Operária, de modo que não apenas os conceitos “higiênicos” habitam na virada do século XIX para o XX, mas o conceito arte da Belle Époque e a filosofia de vida “transferida para os franceses”, tão difundidos pelo arquiteto higienista vienense Camillo Sitte e sua influência no engenheiro sanitarista brasileiro, Francisco Rodrigues Saturnino de Brito, que levou um plano de saneamento em Santos, litoral do estado de São Paulo. No entanto, há um caminho diferente no urbano e rodoviário, que transforma vilas em chalés, casas em assobradadas e ruas em socalcos, praças e vielas da antiga Vila, fazendo do Belmiro Operário e suas inúmeras fazendas um lugar de paz bucólica, harmonia interna e entre classes sociais, com grande potencial para a educação patrimonial e preservação de sua memória.

##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.downloads##

##plugins.themes.bootstrap3.displayStats.noStats##

Detalhes do artigo

Seção

Artigos