UM NOVO OLHAR PARA EDUCAÇÃO Ana Tarna Mendes, Elane da Rocha Nogueira Barros, Lilian Virgínia Carneiro Gondim, Vanessa de Lima Marques Santiago Sousa
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Resumo
A educação é compreendida, no texto Constitucional de 1988, como um direito de todos, dever do Estado e da família e que deve ser prestada em cooperação com a comunidade, tendo como objetivo o pleno desenvolvimento, o preparo para o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. Em uma de suas formas de efetivação, a educação é prestada através da educação escolar, corpo no qual se aproximam e distanciam as realidades dos alunos, professores, diretores, funcionários em geral e comunidade. O objetivo deste artigo é destacar um dos sujeitos do processo de ensino/aprendizagem: os/as professores/as, apontando os múltiplos olhares para educação, através de uma perspectiva quântica, sistêmica e prática, acima de tudo, acolhedora e inclusiva. Para tanto, faremos uso de pesquisa bibliográfica e de experiência desenvolvida através do Projeto de Constelação Familiar Sistêmica da Escola de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) João Mattos, no Estado do Ceará, que acontece desde outubro de 2016, uma vez por mês. A princípio, somente os alunos seriam o público alvo do referido projeto. No entanto, a situação dos professores chamou a atenção e estes foram incluídos nos atendimentos com Constelações Familiares a fim de ajudá-los a serem mais saudáveis e, portanto, melhores tanto na sala de aula como em suas vidas pessoais. A partir das Constelações Familiares, técnica utilizada na Escola de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) João Mattos, no Estado do Ceará, de acordo com Bert Hellinger, seu grande entusiasta, instigou profissionais das mais diversas áreas e lugares, a viverem em coerência com os princípios sistêmicos, e a adotarem a postura fenomenológica e o pensamento sistêmico no seu dia a dia, reverberando naturalmente no trabalho, alcançando também a área educacional, surgindo assim a Educação Sistêmica.